:Patrocinadores da seleção brasileira devem pedir proteção ao trabalho de Tite em meio à crise da CBF

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Patrocinadores da seleção brasileira devem pedir proteção ao trabalho de Tite em meio à crise da CBF

Patrocinadores da seleção brasileira devem pedir proteção ao trabalho de Tite em meio à crise da CBF

É possível que documento apareça hoje. Além dos patrocinadores, jogadores querem sequência de trabalho até a Copa do Mundo

É provável que o início da semana anuncie movimento de patrocinadores da seleção brasileira e que eles peçam apoio ao trabalho da comissão técnica, em proteção ao projeto de voltar a ganhar a Copa do Mundo. O pool de empresas formado por Itaú, Ambev, Gol e Mastercard já havia demonstrado preocupação e cobrado investigações a respeito da denúncia de assédio sexual feita por uma funcionária da CBF, contra o presidente Rogério Caboclo.

Os sinais de inquietação aumentaram depois de matéria de André Rizek, dando conta de que o governo federal recebeu a promessa de Rogério Caboclo de que trocaria o comando da seleção depois de Paraguai x Brasil, na terça-feira (8).

É verdade que a ´promessa pode ter se dado em diversas circunstâncias: 1. Bolsonaro pode ter entendido que haveria a troca em qualquer situação e Caboclo pode ter prometido exatamente isto; 2. Bolsonaro pode ter entendido que haveria a troca e Caboclo pode ter informado que trocaria em caso de desrespeito à hierarquia e à disputa da Copa América; 3. Caboclo pode ter prometido isto após consumo de álcool, já que a funcionária da CBF o acusa de ter cometido assédio moral e sexual enquanto estava alterado; 4. Bolsoraro pode ter entendido errado.

Há outras hipóteses, entre as mais lógicas e as absurdas, mas o fato é que não faz sentido trocar o comando da seleção brasileira a 17 meses da Copa do Mundo. Seria quase tão absurdo quanto tentar organizar uma festa de aniversário a treze dias da data. Ou, pior, do que tentar improvisar a organização da Copa América a menos de duas semanas do evento.

O fato é que o apoio financeiro da seleção brasileira está em jogo e a imagem dos patrocinadores também. O afastamento de Rogério Caboclo era necessário e o governo federal menosprezou as acusações que vieram à tona há quarenta dias. Bolsonaro demonstrou falta de informação aolidar com um dirigente cuja queda já parecia provável há mais de trinta dias.

Os patrocinadores, diferentemente, pediram investigações e parecem bastante interessados na lisura do processo. Para Ambev, Gol, Mastercard e Itaú será bem importante que o Brasil volte a ser campeão do mundo e a preservação do trabalho parece fundamental neste momento de crise institucional.

A razão é óbvia: a crise é da CBF. A seleção brasileira está em boa fase. É a única grande seleção do planeta com 100% de aproveitamento nos jogos realizados depois da paralisação pela pandemia, mesmo que tenha disputado cinco partidas, enquanto as europeias já entraram em campo doze vezes cada.

Existe a chance de Tite pedir demissão, mas é pouco provável, porque os jogadores lhe dão respaldo total e há unidade entre comissão técnica e elenco. Também seria loucura do governo federal intervir no comando do time nacional e correr o risco de ser acusado por um fiasco histórico, em 2022, de uma seleção que ganhou todas as suas partidas em 2020 e 2021.

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Fonte: Globo Esporte
Por: Redao
Data: 09/06/2021 20h59min

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