:Aulas são desmarcadas na UFPR após ameaça de atentado

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Aulas são desmarcadas na UFPR após ameaça de atentado

No dia seguinte à confirmação de que a Universidade Federal do Paraná (UFPR) recebeu ameaças de atentado, as atividades gerais foram mantidas na instituição, mas alguns professores cancelaram aulas e provas. Oficialmente, a UFPR afirma apenas que autoridades federais e estaduais foram acionadas, e que a segurança interna foi reforçada. Mesmo assim, por precaução, muitos alunos optaram por não comparecer. Em outros casos, os próprios professores comunicaram suas respectivas turmas de que não dariam aulas nesta quinta-feira (11).

Uma estudante do curso de Engenharia Civil contou à BandNews FM que teve as atividades acadêmicas canceladas, mas que outros alunos do campus Politécnico tiveram as aulas mantidas. “Ontem de noite, o pessoal começou a mandar mensagens para os professores. No meu caso, a minha professora cancelou a aula e a outra, que ia dar prova, adiou e cancelou aula também”, explica.

Ainda durante a noite de ontem (10), aproximadamente uma hora depois de a UFPR publicar uma nota confirmando as ameaças, um princípio de tumulto foi registrado no campus Santos Andrade. De acordo com a Universidade, o prédio histórico não foi evacuado. O que houve foi uma reação que partiu dos próprios alunos (Direito e Psicologia), que decidiram deixar o prédio e fechar a entrada principal.

Foi nesta quarta-feira (10) que as informações sobre a ameaça anônima começaram a circular com força entre os estudantes. “A primeira reação foi o medo. Todo mundo ficou assustado com a notícia. Não tem como garantir nada”, comenta a estudante.

Procurada pela reportagem, a UFPR adiantou que o reitor Ricardo Marcelo Fonseca não concederia entrevistas nesta manhã. Oficialmente, as atividades estão mantidas em todos os campi. As informações oficiais são da nota enviada à comunidade ontem (10), no início da noite.

A Universidade reforçou que o calendário acadêmico foi mantido e que acionou preventivamente a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e as polícias Federal, Militar e Civil. A instituição também reforçou, desde ontem (10), a segurança interna dos campi.

Em nota, a instituição também afirmou que “destacou uma equipe interna para ajudar na investigação e tenta apurar se esta ameaça veio de algum membro interno ou externo”.

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Fonte: Tarobá
Por: Redação
Data: 12/04/2019 12h45min


    

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